Em 2003, em Belém, eu comentei com o Einar que a Summa era uma das poucas empresas que me faria desistir de ter minha empresa. E pouco tempo depois eu estava trabalhando lá, naquela época a Summa tinha 8 ou 9 pessoas. Hoje, 2007, a empresa cresceu, mudou em algumas coisas, hoje tem mais de 40 pessoas e fico feliz em ter participado desta história no Brasil, em coisas boas, em aprendizados, em projetos bons, outros ruins. Mas o mais importante é que deixei amigos, e com certeza muita saudade, e quando você sai com esse saldo, é porque você tem que ficar orgulhoso com a vida.
Estou muito feliz mesmo, com minha nova casa: A RedHat, especificamente estarei trabalhando para a JBoss, a division of RedHat. Há várias coisas que eu estarei fazendo, entre elas estar bastante próximo da comunidade Java, envolvido com projetos, suporte, clientes, treinamentos e várias coisas que vão começar junto com a operação oficial da JBoss no Brasil. Bom, é um início de várias coisas novas, emoções e desafios, e vamos ai, que tem muito trabalho a fazer.
Hoje no FISL , Simon Phips da Sun, que é um dos ou o principal responsável por muito do modelo de negócio OpenSource na Sun , fez uma homenagem muito legal para o Bruno Souza, Fábio Velloso e eu, sobre a participação na comunidade e os esforços para transformar Java numa plataforma livre e aberta para todas as pessoas e empresa. Lógico, essas 3 pessoas representam uma legião de pessoas, e extendo e compartilho com elas todas as palavras de Simon a comunidade Java no Brasil.
Muito obrigado pelo incentivo dos amigos, a paciência da minha irmã que mora comigo, enfim, das pessoas que me suportaram durante o processso de entrevistas, o qual adoraria que tivesse durado 1 segundo e que tivesse sido fácil, mas é justamente por não ter sido, que a felicidade de ter conseguido é maior ainda. Só posso dizer que estou muito feliz com isto, até porque a JBoss no Brasil é algo que espero que seja muito bom para os desenvolvedores e clientes que usam nossos produtos.


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