Palestrando no JBossWorld 2009

Este ano nosso time conseguiu aprovar um paper no JBossWorld (Evento mundial de JBoss), que acontece em Chicago de 1 a 4 de Setembro deste ano. O paper aprovado tem o título:

The “Bossanova-Way”: JBoss management with JON in Brazil - Real case studies and applications of JBoss Operations Network

Nosso objetivo é mostrar alguns cases reais do uso do JBoss Operations Network no Brasil, e até mesmo mostrar alguns depoimentos destes clientes. Uma das coisas que estamos preparando mostrar é como o JON, agregado a algumas customizações pode ser um ambiente bastante favorável para um ambiente Cloud no que tange servidores de Aplicações Java.

Meu amigo João Paulo Viragine, deverá estar apresentando também nesta palestra, como algumas empresas obtiveram resultados fantásticos no uso de soluções JBoss no modelo “Enterprise” (com suporte) da Red Hat, aliando o JBoss Application Server a platforma de gerenciamento e monitoração: JON.

Desde já, gostariamos de agradecer aos amigos e clientes que coloboraram com este paper.

Grails: Busca acabada (Concordo)

Longe dos cabelos brancos, mas a primeira vez que tive que interagir com o protocolo HTTP foi em 1997, cerca de 12 anos atrás, nessa época que eu vendia o almoço pra comprar a janta, não tinha muita escolha, eis então que um cliente pediu para ver dados do SQL-Server num browser de forma dinâmica, eis que usamos uma tecnologia lendária da Microsoft (sim eu já usei), chamada IDX/HTX, de lá pra cá, fiz algumas coisas pequenas com Perl, até descobrir que o ObjectPascal do Delphi servia para construir CGIs e ISAPIs, e até bem produtivo. Passei pelos objetos COM+/MTS/MSQM com Active Server Pages, até ver pela primeira vez em 1998 Servlets e JSP.

Em 2002, acho que fazia uma coisa interessante com JavaScript, que eu sentia as vezes até vergonha de expor, já que para burlar algumas limitações de Java para Web frente o Asp.Net, mas não é que isso virou um “Boom” de tecnologia, ganhando atenção, nome (Ajax) e até soluções fantásticas(GWT). E claro, sem falar pela passagem do JSF, tecnologia que tive o prazer de falar pela primeira vez em 2004 no Café Brasil, Evento realizado pelo SouJava em Brasília. Neste evento, conversei muito sobre questões de produtividade com o Chris Schalk, que na oportunidade trabalhava na Oracle, mas hoje na Google. De lá pra cá o JSF evoluiu a bessa, ao mesmo tempo que eu me afastei um pouco do Desenvolvimento Web, para trabalhar mais com Integração de Sistemas.

Você acha que eu deveria estar falando do Seam, mas eu buscava algo que me desse uma produtividade próxima ou superior da que eu tinha com o projeto Greenbox, eis então que descobri o Grails, eis então que me permiti olhar o Grails, uma ferramenta que particularmente achei fantástica e produtiva.

Num voô de Recife para São Paulo, cerca de 03:20 minutos, eu consegui desenvolver todo um modesto sistema que precisava, com relacionamentos, validações e uma experiência final pro usuário muito agradável e bonita.

Por hora, eu estou começando uma paquera, um namoro, com essa ferramenta, que utiliza uma linguagem “elegante” e ao mesmo tempo poderosa: Groovy.

Eu só escrevi um pouco do background que tive em soluções web, para dizer que o Grails é o framework de desenvolvimento web: “Mais divertido e produtivo que já usei nos últimos 12 anos”. E acredito, que se você testá-lo e acostumar-se com o modelo de desenvolvimento, uso de plugins etc, poderá ser um novo usuário satisfeito desta tecnologia.

Aqui um screencast que fiz de um “Hello-World” com o Grails no NetBeans, mas você pode usar o Eclipse se você quiser: