Tirando as muitas piadas dos meu amigos mais próximos, com minha descendência judaica,que de fato sao engraçadas, uma grande amiga resolveu mandar algo mais útil, me mandou um link interessante da revista Veja que fala sobre alguns movimentos de imigração judaica para “aquelas bandas”, o que torna muito difícil de rastrear é o fato das mudanças de nome ou as adaptações. Veja a seguir a matéria:
Vida brasileira Amazônia, terra prometida
A história dos judeus sefarditas que
emigraram para o Pará e o Amazonas
Leonardo Coutinho
Octavio Cardoso
A FAMÍLIA BARCESSAT O clã do engenheiro Isaac Barcessat, de 74 anos (no círculo branco da foto acima), foi dos poucos que conseguiram manter as raízes judaicas intactas. Barcessat é neto de sefarditas marroquinos que imigraram para o Pará no século XIX. Seu avô, Fortunato Athias, começou a vida no Brasil em 1880, fabricando cachaça. Depois, tornou-se dono de um seringal e, finalmente, estabeleceu-se na cidade de Breves, no Pará. Lá, nasceu Ana, a mãe de Barcessat (no círculo branco da foto abaixo).
O Brasil recebeu cinco ondas de imigração judaica. A primeira ocorreu em 1630, quando Pernambuco foi tomado pelos holandeses. Nos 24 anos de dominação holandesa no Nordeste, eles fundaram a primeira colônia hebraica e a primeira sinagoga na América. Sob um governo de tolerância religiosa, os judeus chegaram a constituir 50% da população branca pernambucana nesse período. Com a derrota dos holandeses, os judeus perderam seus negócios. Expulsos, ajudaram a fundar Nova Amsterdã, hoje Nova York. Dessa fase, sobraram apenas as ruínas da sinagoga pernambucana. A segunda leva deixou marcas mais profundas, embora não aparentes. No início do século XIX, judeus marroquinos emigraram para a Amazônia. Eles foram atraídos pela promessa de liberdade de culto e por uma campanha publicitária internacional feita pelo governo da então província do Grão-Pará. Em 1880, chegaram a Manaus. A assimilação desses sefarditas (como são chamados os judeus do norte da África) foi tamanha que, atualmente, a proporção de descendentes de judeus entre a população branca da Região Norte é a maior do país.
Ricardo Oliveira
UM RABINO QUE VIROU SANTO Em 1908, rabinos marroquinos enviaram um representante, Shalom Emanuel Muyal, para fiscalizar o cumprimento das regras judaicas pelos imigrantes na Amazônia. Muyal morreu dois anos depois. Ninguém sabe o motivo pelo qual ele ganhou fama de milagreiro entre os católicos de Manaus. Seu túmulo é alvo de peregrinações
Uma investigação genética dos brasileiros feita pela Universidade Federal de Minas Gerais mostra que 16% da população da Amazônia que se declara branca tem algum judeu entre seus antepassados. É uma proporção muito maior do que a exibida por São Paulo, onde vivem 60% dos 120.000 judeus brasileiros, ou por Pernambuco, estado no qual essa cifra não supera 2%. A razão para haver tantos descendentes de judeus na Amazônia se deve a uma peculiaridade. Nos primeiros anos do século XIX, praticamente só entraram no Brasil sefarditas do sexo masculino. Os mais ricos conseguiram abrir lojas de secos e molhados em Belém e outras cidades da região. A maioria, porém, adotou a profissão de regatão, como é conhecido o caixeiro-viajante que troca mercadorias industrializadas por produtos da floresta, como látex e peles de animais. Os regatões sefarditas só traziam a família para o Brasil ou se casavam com judias depois que acumulavam dinheiro. No meio-tempo, faziam como os portugueses: amancebavam-se com índias, caboclas e até mesmo mulheres brancas católicas.
Roberto Setton
A SINAGOGA DE BELÉM A capital do Pará abriga o templo mais antigo em funcionamento do país. Inaugurado em 1824, só foi precedido pela sinagoga fundada pelos judeus holandeses no Recife no século XVII, cujas ruínas foram descobertas nos anos 90
A definição cultural de judeu não segue integralmente a genética. Só é considerado como tal quem tem mãe judia e pratica a religião judaica. Por esse motivo, a maioria dos descendentes dos regatões sefarditas não é reconhecida como parte dessa comunidade. E a própria lógica da miscigenação fez com que os laços com a cultura hebraica fossem completamente perdidos nas gerações seguintes. Muitos nem sequer sabem que descendem de judeus. Outros, ainda, se dizem judeus, mas praticam o cristianismo. Em muitos casos, o ambiente isolado da Amazônia esmoreceu a religiosidade dos imigrantes, que tinham dificuldade para praticar sua fé. A primeira sinagoga de Belém só foi inaugurada em 1824, catorze anos depois da chegada dos primeiros sefarditas. O cemitério judaico de Belém, o primeiro do país, foi inaugurado somente em 1848. Para manterem vivas suas tradições, os imigrantes mais fervorosos passaram a copiar a Torá, o livro sagrado dos judeus, e outros textos religiosos a mão em cadernos comuns. Em celebrações religiosas, como a da circuncisão, a cachaça substituía o vinho. Pela tradição, esse ritual deve ser realizado oito dias após o nascimento do menino. Na Amazônia, eles aconteciam com até dez anos de atraso. No início do século XX, um menino foi circuncidado aos 12 anos, porque o pai esperou que nascessem seus irmãos para ir uma vez só da floresta até Belém. O aspecto paradoxal é que, se o isolamento na floresta diluiu a religiosidade de parte dos sefarditas, ele propiciou a preservação de seu idioma, o hakitía. Hoje, a língua subsiste apenas em determinadas localidades da Amazônia e no próprio Marrocos. “A importância da floresta na manuntenção do hakitía é inestimável”, diz o lingüista Mohamed El-Madkouri Maatoui, da Universidade Autônoma de Madri.
No fim do século XIX, os sefarditas enriqueceram com o ciclo da borracha. Os mais bem-sucedidos mandaram seus filhos estudar no Rio de Janeiro. Em 1890, as notícias da súbita prosperidade do Pará motivaram uma nova onda de imigração judaica. Em boa parte, ela foi financiada pelos que já estavam estabelecidos no país. A população judaica no interior do Pará cresceria, assim, exponencialmente. Para se ter uma idéia, metade dos 14.000 habitantes de Cametá, um entreposto comercial da Amazônia, era constituída por sefarditas. O êxito financeiro dos imigrantes provocou uma onda de anti-semitismo. Há relatos de ataques feitos a residências e lojas de imigrantes entre 1889 e 1901. As agressões começavam com passeatas e terminavam com depredações. Embora tenham sido chamadas de mata-judeus, não há registro de que tenham resultado no assassinato de ninguém.
Octavio Cardoso
JUDEUS E CRISTÃOS A professora aposentada Meryam Shimon Benessuly, de 75 anos (de vermelho, no centro), fala hakitía, idioma original dos sefarditas marroquinos, e segue à risca muitos costumes judaicos, mas trocou a religião de seus antepassados pelo catolicismo. “São costumes que adquiri quando criança e que faço questão que minha família mantenha. Não por fé, mas por orgulho de pertencer a uma cultura milenar”, diz ela
O isolamento imposto aos sefarditas na Amazônia chamou a atenção de rabinos no Marrocos, no início do século XX. Para fiscalizar o cumprimento das normas religiosas pela comunidade estabelecida na floresta, Shalom Emanuel Muyal foi enviado à região, em 1908. Dois anos depois de chegar a Manaus, Muyal foi vitimado por uma doença tropical, provavelmente febre amarela. E aqui reside um aspecto curiosíssimo do sincretismo brasileiro: depois de sua morte, sabe-se lá o motivo, ele ganhou fama de milagreiro entre os católicos locais. Muyal foi enterrado num canto do principal cemitério de Manaus (não havia cemitérios judaicos na capital amazonense naquele tempo) e sua sepultura tornou-se alvo de peregrinações. A fim de evitar que as velas acesas pelos fiéis danificassem a laje do túmulo, o rabino da sinagoga de Manaus mandou construir um muro ao seu redor. Os católicos não se deram por vencidos: passaram a usar o obstáculo como suporte para placas e quadros em que pedem graças e agradecem pelos pedidos que teriam sido atendidos por Muyal. “É impressionante: ele se tornou o santo judeu dos católicos da Amazônia”, admite Isaac Dahan, da sinagoga de Manaus. A devoção é tanta que, nos anos 60, uma tentativa de trasladar os restos mortais do rabino milagreiro para Israel foi abortada em virtude das manifestações indignadas dos amazonenses.
Quando o ciclo da borracha terminou, no início do século XX, as famílias judias mais ricas de Belém mudaram-se para o Rio de Janeiro. “Lá, há uma espécie de sucursal da nossa comunidade”, diz o rabino Moyses Elmescany, da capital paraense. Boa parte da influência dos judeus na Amazônia foi apagada. A sinagoga de Cametá, por exemplo, foi engolida pelo Rio Tocantins e não foi reconstruída. Hoje, nenhum dos habitantes da cidade segue o judaísmo. Em localidades como Óbidos, Breves e Muaná, no Pará, e Tefé e Humaitá, no Amazonas, existem apenas sepulturas. Da procura por uma extensão da Terra Prometida na Amazônia, restaram genes escondidos.
Corra, corra, você tem que saber isto, do contrário você pode ser chamado de burro, ou as pessoas podem não lhe achar tão inteligente, corra, eles estão chegando, vá logo rapaz, já não basta você não ter acreditado em Ruby, e ter escrito uma aplicação em RubyOnRails, vamos, não há tempo a perder, você precisa ser “fashion” e logo…logo isso vai surgir no café da empresa, e se você fizer cara de pânico ao receber a pergunta “Daí fulano, você tem usado Scala?”.
Piadas a parte, tenho visto várias movimentações sobre esta nova linguagem, talvez a minha área de atuação me leve a não ter muito interesse nessas milhões de coisas que surgem todos os dias, mas já vi alguns posts de pessoas dignas de respeito sobre esta linguagem. Vou esperar uma oportunidade de fazer algo útil com ela, enquanto isso, eu ainda consigo sobreviver sabendo apenas Java
Documentações: http://www.scala-lang.org
Ainda que haja o JustJava, os eventos de Java realizados pelos JUGs em algumas capitais vem dando lugar a eventos super profissionais, a exemplo de São Paulo, teremos no dia 18 de Maio o “Falando em Java“, que é organizada pela respeitadissima empresa de treinamento Caelum, onde profissionais como: Paulo e Guilherme Silveira, Fabio Kung, Alexandre Magno e até Emmanuel Bernard (Hibernate/JBoss), e outras feras, estarão apresentando vários tópicos interessantes sobre tecnologia.
Outro evento de Java, ainda esse ano deverá ser o The Developers Conference, realizado pela GlobalCode, que trará também um super evento para a comunidade, o evento se realizará em São Paulo, na última semana de Julho.
De fato, isso é muito importante, mostra renovação, nova motivação, novas perspectivas e objetivos. Parabens a comunidade.
WebServices é uma grande tecnologia, mas lembro que quado trabalhei num grande projeto da Caixa, a missão era transacionar dados via um Servlet e um XML que o biding era feito via JAXB. Isso, fazem quase 4 anos, nesse tempo o XStream ficou muito mais famoso, e mais performático, enquanto SOAP, vem melhorando, ganhando força em padronizações e enriquecendo em termos de complexidade. Eis que surge o REST, que traz uma forma bem mais simples como resposta para integração de sistemas que envolvam XML ou até mesmo outros formatos de metadados.
Numa nova demo-from-the-hell, pro JBoss ESB, fiz uma implementação de um servico em REST, usando simples Servlets e haja expressões regulares, para criar um serviço simples, mas também aproveitei para estudar o framework “REstLet”.
No REst a liberdade impera, sendo assim, defini que meu protocolo seria:
Com base nesta URL, minha linguagem de protocolo diz: Consulte todos de verticais , pronto isto é suficiente para definir meu serviço. Como Java agora está ser tornando uma droga de CLR(common language run-time) como a do .net, meu cliente mais uma vez usa uma linguagem trivial: O ObjectPascal, ou DelphiLanguage. Não que eu seja ainda alguém que ainda lembre de vários detalhes do Delphi, mas o cliente funcionou muito bem, utilizando os componentes Indy Components.
Trazendo para o mundo do ESB, estou na fase de como ativar eventos e notificações quando o Rest é chamado, isto eu já vi que é possível, com o RestLET. As pesquisas continuam. Em próximas apresentações por algum evento ai a fora, essa demo será uma das que devem ser apresentadas.
Eu sou daqueles caras que odeia pedir favor, afinal nunca sabemos quando a pessoa está 100% disponível para ajudar, para evitar estressar meus colegas eu pago a TeHospedo para hospedar meu site, um serviço relativamente caro, não me dão nenhum bonus, e vao lá e cortam o serviço mais rápido que a EletroPaulo .
Agora paguei 6 meses, eu disse 6 meses! Eu juro que nesse periodo vou fazer um backup do Wordpress, do meu banco Mysql, dos meus arquivos e tentar ter uma solução tao inteligente quanto a dos meus amigos Claudio Miranda e Paulo Jerônimo, que tem as infras dedicadas para fazer o que quiser .
Mas se a TeHospedo quiser oferecer algo, eu posso dizer que serviço é carinho, mas é bom, além de funcionar Java, Ruby e PHP muito bem, todas estas já testadas no meu dominio.
Bom, vejo voces sem cair agora por no mínimo 6 meses =)
Há 5 anos atrás tinhamos uma necessidade de integração em um cliente:
a) Usar Java na camada Servidora aproveitando a performance e suporte transacional dos EJBs
b) Usar Delphi como cliente
Eis então que durante alguns dias trabalhei na criação de um componente, o qual demos o nome de Jacode, não me pergunte a origem do nome, talvez eu estivesse bebado demais. Este projeto era embasado em vários conceitos de interoperabilidade, segurança e governança que hoje é bastante presente nas demandas de SOA de mercado. Vários outros desenvolvedores, da minha antiga empresa (Argos), contribuiram, estes caras, a maioria está hoje no Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, entre eles: Ricado Ferreira(Squadra), David Farias(Squadra) e Fábio Cabral(IBM). Este componente é usado até hoje pelo cliente, e o que pensavámos que fosse nos deixar pelo menos bem de vida 5 anos atrás, ficou para uso de somente um cliente, sendo assim, resolvi buscar os fontes de muitos anos atrás e tentar readaptá-lo para trabalhar em conjunto com o JBoss ESB, tive um tempo estes últimos dias e isto foi possível, apesar de que ainda há vários java.util.Vectors espalhados pelo código, e sem usar nada de Java 5.
Usando o Jacode com JBoss ESB
A idéia é doar/integrar os códigos do Jacode no core do ESB, isto se os caras quiserem/deixare/estiverem de bom humor e etc, que basicamente são 2 classes. a principal: org.jboss.soa.esb.ext.transformers.jacode.Jacode possui um método chamado de : getData(java.sql.Connection conn, int xmlType, int maxResults, String sql); este por sua vez devolve dados através de qualquer camada do JBoss ESB, podendo ser um Socket, ou para facilitar a vida um WebService. Veja exemplo da chamada:
Na camada Delphi, existe a classe da VCL TFieldDataLink que alimenta os DataControls através da referência a um DataSet, no caso este DataSet é um Stream que é o resultado String de nosso método, que é carregado para dentro de um componente TClientDataSet, que por sua vez possuirá o resultado em forma de um DataSet, exibindo os dados num DBGrid por exemplo, ou alguma ferramenta de Cubo de Decisão ou Relatório do Delphi. Veja o código de Exemplo na camada Delphi:
procedure TForm1.Button1Click(Sender: TObject);
var
service: DelphiBridge;
stream: TStringStream;
begin
service:= HTTPRIO1 as DelphiBridge;
ClientDataSet1.close;
stream:=TStringStream.create(service.getProductsSLAs);
ClientDataSet1.LoadFromStream(stream);
ClientDataSet1.open;
ShowMessage(’Data Loaded’);
end;
Integração é a Chave
Como você pode observar não há limites para as integrações no JBoss ESB, o que mais me chama a atenção é que estas são as realidades quando falamos de SOA no Brasil, os exemplos dos livros sempre falam de ERPs magnificos como PeopleSoft, SAP, mas quando pegamos algo em Delphi, VB, Clipper ou DataFlex, aí sim vem a pergunta se realmente sua ferramenta lhe ajuda a integrar sistemas de forma produtiva e realista, ou não!
Se você quiser assistir uma DEMO (meio complicada de criar pois o Wink no Linux é osso), clique aqui.
Você pode ver as 2000 maiores empresas do mundo, entre elas algumas brasileiras, no caso a mais bem colocada é a Petrobrás ocupando o número 50 no ranking do Forbes, ainda atrás de até várias empresas de tecnologias norte-americanas.
Neste artigo o autor mostra vários pontos importantes sobre como balancear carga de processamento entre tomcats, o que pode valer para JBoss também. O interessante que há uma tabela comparativa sobre “Balanceamento de Dados” e “Clustering”, que esclarece alguns conceitos triviais sobre estes conceitos. Boa leiutra.
Aqui os primeiros screenshots do JBoss Profiler 2.0, em breve o time deverá publicar o download do primeiro release do JBoss Profiler2.0, mas vejam aqui os screenshots:
Desculpem os RSS Readers! Desculpem a revolta, mas é revoltante algumas coisas em nossas vidas. Vocês que estudaram como desgraçados, comeram em bandeijão, pegaram onibus lotados, daqueles que é tanta gente que você pode dormir em pé que as Leis de Newton não farão efeito!
Você orgulha seus pais e a si mesmo, vai, estuda engenharia, estuda seja lá o que ou até onde for, e nesse caso, não adianta nada, você ainda vai ganhar mal, e você sabe o por quê? Porque você é um burro e honesto, que ao invés de roubar, você resolveu estudar…. Você é um burro!
Quanto é sua hora de trabalho? 100, 200, 300 reais? E você se acha o cara?! Você é um bosta, assim como eu, pois veja: Em 1 minuto eu fui assaltado, e me levaram:
Mochila com vários acessórios(do JavaOne para os nerds de plantão): 200,00
Isto totaliza cerca de 8.500 Reais, em cerca de 1 minuto de trabalho por parte dos grandes profissionais de mercado de São Paulo, se você multiplicar por 60(1 hora), a hora deles então custa: 510.000 Reais. E você se achando seu bosta!
O pior, é você ir fazer um BO (Boletim de Otário), e os servidores públicos no momento da sua descrição do fato, vê a funcionária fumar a merda de um FREE vagabundo, e entre uma pergunta e outra, baforar uma nuvem de fumaça na sua cara! E no final, depois de várias piadinhas, do tipo: “Os caras fizeram a feira com você”, tu pegas seus míseros papéis e começa a rezar para o próximo dia no PoupaTempo, onde 2 horas na fila consegue-se apenas comprando lugares na mesma…
Este é um desabafo de um otário como eu, que ama a merda desse país, que desde 1999 morando em São Paulo, nunca havia presenciado nada de violento, e eis que tudo veio num pacote único, o que nos deixa apenas revoltados, frustrados, sem ação….
E ai como descedente de Judeus que droga eu fui fazer na vida… Estudar, os caras ganham mais que os bostas da TV Brasileira! Tá vendo? Somos uns bostas! E eles são os Mickeys, só nos resta ser os “patetas”.
Desculpem o desabafo!
Edgar
ps- Local do Assalto: Vila Olimpia, em frente ao Ceasar Park. Atenção: Roubos na Berrini são frequentes em São Paulo, como as empresas de TI ficam grande parte nessa região cuidado nunca é pouco.
Calma, isso nada tem a ver com a linguagem Ruby, uma linguagem que respeito, mas que pouco usei na vida, e sim apenas fazer uma pequena homenagem a este rítimo que quem vai a Belém e não faz questão de ser fechado e se permite apreciar o que é local acaba no mínimo respeitando. Eu como um paraense apaixonado e saudoso da minha terra, tinha que aproveitar esse tema da minha área para fazer essa “brincadeira”. Ora, o Rio tem funk, vários lugares do interior de SP, Goiás, Minas tem o Sertanejo, o sul tem o vanerão, o nordeste tem o forró, o Amazonas tem o Boi, o Maranhão tem Reggae da jamaica brasileira, o Pará tem o que é conhecido como Techno brega, um ritimo engraçado, mas que mobiliza pessoas humildes, de posses, cultas outras sem tantas oportunidades, mas que se tornam comum numa festa onde o rítimo seja este, apenas uma homenagem, fruto das mini-férias que tive passando com a minha familia e mulher em Belém .
Lyoto Machida, filho do lendário e respeitado mundialmente professor de Karatê Machida de Belém, é um paraense que vai longe veja a última luta dele no UFC.
Quando ele fala de Belém, claro que o orgulho vem todo a tona. Parabéns Lyoto!
Bom, desenvolvendo com JBoss Studio e JBoss Seam, ainda me faz muita falta as mágicas que o Greenbox nos dava na palma da mão, por isso, estou estruturando algumas extensões para proporcionar maior produtividade agora criando agora plugins para Eclipse.
O exemplo a seguir me ajuda a ler qualquer .class Java para poder usar Reflection, obrigado Edson Tirelli, pela dica simplificada de capturar isto, segue aqui a dica:
Estes dias tivemos que realizar uma prova de conceito se o DWR rodava no JBoss Portal. A minha primeira impressão era que seria possível, mas em primeira instância a referência aos JavaScripts deveria ser feita nos templates, porém devido a flexibilidade no JBP toda referência fica nas próprias Páginas enviadas para o cliente pelo o Portlet.
Em alguns cenários, você quer que suas aplicações Web busquem primeiramente as classes que estejam no reposítório de WEB-INF/lib e WEB-INF/classes . Isso pode acontecer por inúmeros motivos, entre eles uma biblioteca que depende de uma versão diferente da que é disponbilizada por padrão pelo container do JBoss. Sendo assim, altere as porções dentro do arquivo jboss-service.xml que fica no JBOSS_HOME/server/deploy/jboss-web.deployer/META-INF. Veja o exemplo:
Cada vez mais a Red Hat vem dando passos de maturidade nos mercados de Middleware e SOA, agora para solidificar ainda mais a estrutura de sistemas operacionais e nossas plataformas JBoss, a Red Hat irá contribuir ativamente no futuro e desenvolvimento com o OpenJDK.
Do dia 29 a 31 de Outubro acontece o Borland Conference 2007 Brasil, no Frei Caneca, estarei por lá falando sobre as estratégias Opensource SOA de JBoss em conjunto com algumas soluções Borland. Espero ter tempo de conseguir instalar o Delphi para fazer alguns exemplos com .net também.
O Titulo da Palestra é: SOA (Simple, Open and Affordable), uma perspectiva prática de JBoss
Só assim para rever amigos das antigas, entre eles meu grande amigo BorlandMan: Renato Quedas. Espero ver voces lá.
eu jurava que só eu fazia piadas com SOA, mas vejo que há gente muito mais especializada e profissional nisso que eu, entao vamos a como você pode explicar SOA para sua namorada/esposa/mãe: