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Estes dias tivemos que realizar uma prova de conceito se o DWR rodava no JBoss Portal. A minha primeira impressão era que seria possível, mas em primeira instância a referência aos JavaScripts deveria ser feita nos templates, porém devido a flexibilidade no JBP toda referência fica nas próprias Páginas enviadas para o cliente pelo o Portlet.

Veja o exemplo da chamada no Html:

HTML:
  1. <%@ taglib uri="http://java.sun.com/portlet" prefix="portlet" %>
  2.  
  3. <% String contextPath = renderResponse.encodeURL(renderRequest.getContextPath()); %>
  4.  
  5. script type="text/javascript">
  6.  
  7. script type="text/javascript"><%=contextPath%>/dwr/util.js

Sendo assim, a referência é buscada pelo objeto renderResponse, retornando assim o local de execução do contexto http do jboss portal.

O código do Portlet é mais ou menos assim:

JAVA:
  1. package org.jboss.portal.samples.dwr;
  2.  
  3. import java.io.IOException;
  4. import javax.portlet.GenericPortlet;
  5. import javax.portlet.PortletException;
  6. import javax.portlet.PortletRequestDispatcher;
  7. import javax.portlet.RenderRequest;
  8. import javax.portlet.RenderResponse;
  9. public class DWRPortlet extends GenericPortlet {
  10. @Override
  11. public void doView(RenderRequest request, RenderResponse response) throws PortletException, IOException {     |
  12. response.setContentType("text/html");
  13. PortletRequestDispatcher   prd = getPortletContext().getRequestDispatcher  ("/WEB-INF/dwr/view.jsp");
  14.  
  15. prd.include(request, response)}
  16. }

Veja o resultado na seguinte imagem:

DWR no JBoss Portal

Esta foi a palestra ministrada por Fabiane Nardon e eu no JavaOne2007 em São Francisco, espero que sirva de ajuda e/ou sugestões:

Forge Abraço

Edgar

Em alguns cenários, você quer que suas aplicações Web busquem primeiramente as classes que estejam no reposítório de WEB-INF/lib e WEB-INF/classes . Isso pode acontecer por inúmeros motivos, entre eles uma biblioteca que depende de uma versão diferente da que é disponbilizada por padrão pelo container do JBoss. Sendo assim, altere as porções dentro do arquivo jboss-service.xml que fica no JBOSS_HOME/server/deploy/jboss-web.deployer/META-INF. Veja o exemplo:

XML:
  1. <attribute name="Java2ClassLoadingCompliance">false</attribute>
  2.  
  3. <attribute name="UseJBossWebLoader">false</attribute>

Cada vez mais a Red Hat vem dando passos de maturidade nos mercados de Middleware e SOA, agora para solidificar ainda mais a estrutura de sistemas operacionais e nossas plataformas JBoss, a Red Hat irá contribuir ativamente no futuro e desenvolvimento com o OpenJDK.

Leia pré-release aqui.

Do dia 29 a 31 de Outubro acontece o Borland Conference 2007 Brasil, no Frei Caneca, estarei por lá falando sobre as estratégias Opensource SOA de JBoss em conjunto com algumas soluções Borland. Espero ter tempo de conseguir instalar o Delphi para fazer alguns exemplos com .net também.

O Titulo da Palestra é: SOA (Simple, Open and Affordable), uma perspectiva prática de JBoss

Só assim para rever amigos das antigas, entre eles meu grande amigo BorlandMan: Renato Quedas. Espero ver voces lá.

Dilbert

eu jurava que só eu fazia piadas com SOA, mas vejo que há gente muito mais especializada e profissional nisso que eu, entao vamos a como você pode explicar SOA para sua namorada/esposa/mãe:


Aqui uma série bem engraçada :)

Divirtam-se!

Passei a semana com o time da EMEA(Europa), novos amigos, muitas piadas, muita comida ruim :) (I hate roast beef), muito aprendizado, nos cursos que fizemos: JBoss Rules, JBoss ESB, JBoss MicroContainer, JBoss AOP, Red Hat Developer Studio, e várias sessões de conversas sobre várias tecnologias JBoss e Java ao redor da europa. Desenvolvi um Project Wizard para o JBoss ESB que deverá estar fazendo parte do projeto.

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Essa próxima semana, estarei passando 7 dias em Londres, na Red Hat com várias pessoas do time de JBoss da Europa estudando sobre JBoss ESB, JBoss Rules, MetaMatrix e um pouco de MobiCents, ou seja, tudo voltado a SOA. Espero trazer grandes novidades, fazer novos amigos, afinal de contas é algo que venho precisando fazer e muito: Reciclar as amizades, e ai aproveito para reciclar a vista, os lugares, e comprar um presente de aniversário da hora para a namorada. Vou tentar postar um mini diário de bordo. And now turning on the brain to think mostly in English, even I will keep some of my musics from Belém in my IPod (William where's my DJ Maluquinho's DVDs?).

Nota: Cidade Nova é o bairro da minha mãe em Belém(na verdade nem Belém mais é) , um bairro super modesto, alguns até chamam de periferia, porém é simples ainda de ver lá muita gente feliz, o povo ainda coloca cadeiras na calçada para conversar, falar mal da vida alheia.... Dos campeonatos de Futebol aos domingos, e Bingos onde o prêmio principal é um frango assado :) . Estranhar londres? Mais quando já! Desde de curumin que meus pais me ensinaram a não ser pavulo.

Leia isso aqui: http://architecture-journal.blogspot.com/2007/08/usando-o-soma-no-jboss-esb.html

O Architecture-Journal e um otimo local para voce ler ateh cansar sobre teorias, boas praticas, conceitos sobre SOA. O Autor, um grande amigo do passado, estuda a fundo varios dos termos e tem na ponta da lingua qualquer terminologia teorica que voce pensar a respeito. Mas eu ainda respeito todos os posts menos afortunados de tamanha sapiencia.
Parabens pelo trabalho Ricardo.

Apenas para adicionar, o JBoss ESB e o JBoss jBPM estao sofrendo uma forte integracao, algumas delas oferece ateh alguns beneficios para outros produtos, no caso o JBoss Rules, que ganhou um ActionHandler para arquivo de regras dentro do JBoss ESB. Tudo isto proveniente do trabalho, para tornar o JBoss ESB uma plataforma "DEFACTO", que implemente varios padroes do EAI de forma simples, como CBRs, Spliters e etc.

SOA FACTS

SOA é aquela coisa linda, tão linda quanto um poema de Carlos Drumond de Andrande, ou talvez tão lindo que um por do sol em Fernando de Noronha, tão singelo quanto um sorriso de criança, tão profetico quanto Nostradamus, tão enigmático quanto quem matou Odeth Roitmann. Claro....Isso tudo é piada! SOA é algo que talvez até você já use, você já usou e nem se deu conta. Mas há pessoas que insistem em só falar bonito, em relacionar com 300 mil outros termos prolixos, e fogem da necessidade, da realidade de que se um SMS não for entregue a injustiça do BIGBrother pode por pra fora seu mais novo ídolo, que injustiça SOA! Cheguei a conlusão que SOA é pior que LDAP, sendo esse tal de LDAP uma tecnologia que ue aprendi por OSMOSE(ou=People,ou=dc,uid=edgar.silva), e nunca consegui explicar pra ninguem, só pra mim, assim como o JGoodies 5dlu (pi), 10 dlu(pi), 20 dlu (pi), parecia o jogo do Silvio Santos. Por mais que me vendam que isso é complexo, que eu tenha que usar terno e gravata, escovar os dentes, gastar com um monte de livros só para falar de SOA, eu ainda prefiro entregar boas soluções de integração, que usem roteamento, que usem processos e workflow, que usem regras separadas de códigos, que use descobrimento de serviços, que pegue na mão do Cobol e o faça atravessar a rua..... E via o SOA, que pode soar bem, que me faz ter vários novos amigos(clientes), e que me leva outros amigos.... Por simplesmente não concordar que eu tenha que ser tão mala ao falar de um assunto que tenta separar homens de semi-deuses, não, não sou um semi-deus, bebo cerveja e arroto como qualquer um. Porque tanta gente quer parecer mais inteligente, só por falar em SOA, muitas dessas que não tiram vossas amadas nádegas e vai viver o que é estar em clientes e em problemas do dia-a-dia. Cada vez mais que eu seja menos ignorante em SOA, cada vez me sinto mais cercado de inúmeros Goslings ao meu redor, ou de Fowlers, ou de Amblers, ou de qualquer outro babaca que no final do mês tem que fazer a mesma coisa que eu: Pagar suas contas. O que tem isso a ver com SOA? Nada, é que eu não quero ser rotulado como "O CARA DE SOA", pelo contrário, quanto mais eu provara pra todos que isso é algo que pode ser simples. E viva o SOA FACTS:

  • SOA is the only thing Chuck Norris can't kill.
  • SOA invented the internet, and the internet was invented for SOA.
  • SOA is not complex. You are just dumb.
  • In the last year, SOA increased Turkey's GDP by a factor of 10.
  • One person successfully described SOA completely, and immediately died.
  • Another person successfully described SOA completely, and was immediately outsourced.
  • Larry Ellison once died in a terrible accident, but was quickly given SOA. He came back to life, built a multibillion dollar software company, and now flies fighter jets.
  • Guns don't kill people, the SOA WS-* stack kills people.
  • SOA can write and compile itself.
  • SOA is an anagram for OSA, which means female bear in spanish. It is a well-known fact in the spanish-speaking world that female bears are able to model business processes and optimize reusable IT assets better than any other hibernating animal.
  • SOA is so great 10 facts aren't enough.
  • SOA is the mistress to all CIOs.
  • SOA is just one letter away from SOB. On purpose.
  • If a tree falls in the forest, SOA knows about it.
  • If you google 'SAP' and 'Chuck Norris', the top site is SOA Facts.
  • SOA is being used in the developing world to solve hunger. Entire populations will be fed on future business value.
  • SOA can always win at TicTacToe. Even if you go first.
  • SOA singlehandedly saved SOA's bacon.
  • J2EE can sometimes make a diamond from a lump of coal. SOA can make diamonds from air.
  • SOA knows what you did last summer, and is disappointed that it wasn't SOA.
  • SOA thought Mensa too easy, so it founded Sensa. SOA is the only member.
  • In a battle between a ninja and a jedi, SOA would win.
  • SOA violates the first and third laws of thermodynamics. But not the second, as all energy flows from SOA.
  • On the eigth day, God created SOA, then SOA created Rock and Roll.
  • Pluto is no longer the ninth planet, because SOA wanted the job.
  • SOA taught Chuck Norris everything he knows.
  • SOA is the secret ingredient that makes the colonel's chicken so tasty.
  • For years Theoretical Physicists have searched for a grand unified theory that explains the architecture of everything ... DUH ... SOA
  • SOA can't be named BOA (Business Oriented Architecture) since that would be too constricting for SOA.
  • SOA is also a yoga posture that consists of performing all other yoga postures simultaneously.
  • Dante has a special level in hell for consultants whose resumes do not say SOA.
  • SOA is the correct answer to all zen koans.
  • Mike Tyson never physically beat an opponent. He 'Edumacated' them about SOA.
  • SOA is a power source more efficient than nuclear, cleaner than solar/wind, more available than coal, and more geopolitically stable than oil. Its too bad you can't afford it.
  • SOA can do it in one line.
  • "It is a truth universally acknowledged, that a single man in possession of a good fortune, must be in want of SOA." - Jane Austen, opening line to Pride and Prejudice.
  • The first rule of SOA is you do not talk about SOA.
  • SOA in a Nutshell is 7,351 pages spread over 10 volumes.
  • Absolute power corrupts absolutely. So does SOA.
  • SOA actually stands for SOA Oriented Architecture. Let THAT bake your noodle.
  • The solution to SOA is 42, which begs the question...
  • If you plug SOA into the back of your head, you'll know Kung Fu.
  • Neo didn't bring down the Matrix. SOA did.
  • Ancient lore promises the day when a single unifying technology will bring openness and peace to all lands. That technology is not SOA. because SOA killed that technology.
  • Another ancient legend tells of 'One technology to rule them all, One technology to find them, One technology to bring them all and in the darkness bind them.' Again, not SOA.
  • SOA is the answer to the question nobody ever asked (or if they did, you couldn't tell what the question was from SOA).
  • Saddam didn't have WMD, he had SOA. But SOA is so powerful, they went with the WMD angle instead to quell fear.
  • Kazakstahn uses SOA to produce the world's best Potassium.
  • SOA actually stands for Same Old Architecture - whatever your old architecture is.
  • SOA is so tough, Police around the world are replacing their SWAT teams with SOAT.
  • Not content to just best sliced bread, SOA is actually the best thing since beer, wine, coffee, ice cream, chocolate... oh, and sliced bread.
  • SOA - building contractor jobs, one Visio slide at a time.
  • SOA is the only TLA (Three Letter Acronym) you will ever need. Until you actually implement it - then you'll also need DOA.
  • Implementing SOA for the first time is the triumph of imagination over intelligence.
  • Implementing SOA for the second time is the triumph of hope over experience.
  • Peace is not merely the absence of violence, but also the presence of SOA.
  • The most dangerous animal in the IT jungle is the SOA constrictor. It has been known to squeeze the life out of all other IT initiatives.
  • It has been said that an infinite number of monkeys pressing their buttocks against keyboards for an infinite amount of time will eventually produce the complete works of William Shakespeare. 100 monkeys typing for 10 hours will eventually produce a SOA project plan.
  • Unlike it's predecessors, SOA actually is a real silver bullet. Capable of slaying legacy apps and werewolves. And your career if you really mess up the implementation.
  • Einstein settled on E = mC2 after first rejecting soa = mC2 as too powerful and volatile.
  • SOA beats Particle Man, Person Man, Universe Man and even Triangle Man. But SOA really beats the crap out of nerd-rockers like They Might Be Giants.
  • Software architects don't use SOA. SOA uses software architects.
  • The Answer to the Ultimate Question about Life, the Universe, and Everything is ..... SOA

Olá amigos, essa é a segunda estrevista com meus colegas do time de JBoss no Brasil, na oportunidade, Flavia Rainone responde algumas perguntas para a comunidade Java no Brasil. O que eu posso falar da Flavia é que ela é uma pessoa super gente boa, ainda que trabalhemos em áreas e projetos distintos, sempre sobra tempo, sejam pra um café para atualizar as piadas com as outras pessoas do time.
1 - Flávia, o ponto aqui é mostrar que você é uma pessoa normal como qualquer outro(a) desenvolvedor(a) da comunidade, sendo assim nos fale a repeito do que for interessante da sua vida pessoal, idade, hobbies, manias e etc?

Tenho 24 anos, nasci e cresci em São Paulo. Tenho amigos, família, namorado e gosto de passar o meu tempo com todos eles. Como todo mundo tenho os meus defeitos e as minhas qualidades. Eu me considero uma pessoa alegre, criativa, amiga, sincera... porém um pouco perfeccionista, teimosa, crítica e por aí vai (risos).
Mania é uma pergunta difícil... acho que a minha principal mania é falar demais (mais risos). Quanto a hobbies, não tenho tido muito tempo disponível para isso, já que estou trabalhando no mestrado na maior parte do tempo livre. No que resta dele, as minhas atividades são as mais variadas possíveis. Eu gosto de sair, ir ao cinema, teatro, além de freqüentar
bares e restaurantes de São Paulo. Quando estou em casa, gosto de assistir televisão, ler livros e revistas dos mais variados assuntos.

2 - Faça um breve resumo de sua carreira antes de você entrar para a JBoss, a division of Red Hat ?

Há 5 anos trabalho com tecnologias Java. Me formei em Bacharelado em Ciências da Computação pela Universidade de São Paulo, em 2003, com menção honrosa. Logo após, dei continuidade aos estudos através de um Mestrado em Programação Orientada a Aspectos Dinâmica, sob a orientação do Prof Dr Francisco Reverbel. Durante esse trabalho, entrei em contato com o JBoss AOP e me tornei parte da comunidade JBoss. Em novembro de 2006 fui integrada à equipe de desenvolvedores do JBoss, uma divisão da Red Hat, como Senior Software Engineer. Além da área de programação orientada a aspectos, atuei nas áreas de bioinformática, medicina diagnóstica e internet banking.

3 - Open-Source é importante para você? Se sim, como o Opensource mudou o a concepção da tecnologia nos dias de hoje?

Software open source é extremamente importante para mim. Entrei em contato com esse tipo de software no começo da faculdade, e desde então me tornei adepta. Acredito que esse tipo de software tenha não só uma crescente importância na minha carreira, como também no cenário da ciências da computação como um todo.

4 - Como você ingressou no projeto JBoss AOP ? Você já começou ganhando um salário para desenvolver isto?

Bom, sabemos que esse tipo de software cresce cada dia mais no mercado mundial, e considero isso essencial para a popularização da computação, inclusive em comunidades carentes. Por exemplo, aqui no Brasil, pouquíssimas pessoas têm condição de pagarem por um software completo e de qualidade. Trata-se de uma elite, pois software pago é extremamente
caro.
Felizmente, com o software open-source, as pessoas dispõem cada vez mais de ferramentas gratuitas para realizar as suas tarefas diárias. Isso permite o acesso real a uma tecnologia de ponta, dado que softwares open-source atraem a participação de pesquisadores, pessoas que estão interessadas nas novas tecnologias e em criar novas soluções. Basta ter vontade para colaborar. Além de tudo, o software open source também permite o aprendizado. Pessoas interessadas em aprender computação estão sempre convidadas a baixar o código fonte de um projeto open-source e o examinarem por si mesmas. Foi assim que eu aprendi como o JBoss AOP funciona, por exemplo. Resumindo, o software open source está ocupando um espaço crescente no mercado e acredito que isso se deve ao fato de ele não se restringir somente a linhas de código. O valor maior de um software open -source são os serviços que ele agrega e que podem ser utilizados por por toda a sociedade, desde os usuários finais até os desenvolvedores.

5 - Quer dizer então que a forma mais fácil de entrar no projeto é mandar o curriculum para você ou seu gerente?

A forma mais fácil é participar dos fórums e estar disposto a colaborar. Não é necessário enviar currículo. Nós do Grupo JBoss somos bastante abertos a contribuidores. Em geral, com alguns fix você pode ter acesso ao nosso repositório svn.

6 - Como é o dia-a-dia de um Core-Developer de produtos da JBoss e morando no Brasil?

Acredito que o dia-a-dia seja bem similar ao dia-a-dia de qualquer outro desenvolvedor do JBoss. Trabalhamos bastante, há sempre muito a ser feito. Temos a escolha de trabalhar em casa, embora particularmente eu goste de ir ao escritório com freqüência e encontrar os meus colegas de São Paulo. Não tive chance de viajar a trabalho ainda, já que o meu ingresso no JBoss como Core Developer é recente, mas acredito que terei algumas viagens pela frente, para participar de conferências como o JBoss World e de alguns cursos.

7 - Qual mensagem você deixa para vários desenvolvedores da comunidade Java como forma de incentivo profissional?

A mensagem que eu deixo é que basta querer participar para se tornar um contribuidor do JBoss. O JBoss, como todo projeto open source, tem listas de discussões, fóruns, muitas funcionalidades a serem implementadas em todos os subprojetos, além de uma comunidade aberta. A verdade é que estão todos convidados para participar desse grande grupo que é o JBoss.
Flavia Rainone
Flavia Rainone - Core Developer do JBoss AOP

Mais uma vez quero ressaltar, e isto no meu blog, que o foco é COMUNIDADE.

Reunião com o time de brasileiros da JBoss, a division of Red Hat

DATA: 15 DE AGOSTO DE 2007 - QUARTA-FEIRA
LOCAL : Auditório da SUCESU em São Paulo.

Rua Tabapuã, 627 - 1º Andar - Itaim Bibi
04533-903 - São Paulo / SP - Brasil

http://www.sucesusp.org.br/localizacao.htm

Palestras da Noite:

Lançamento do JBoss Rules (Drools) 4.0
Edson Tirelli, Fernando Meyer ( JBoss, a division of Red Hat )
Nível: Iniciante/Intermediário

JBoss AOP
Flávia Rainone ( JBoss, a division of Red Hat )
Nível: Iniciante/Intermediário

Open-Source SOA com JBoss - 30 Minutos práticos com jBPM, JBoss ESB e JBoss Rules juntos!
Edgar A Silva ( JBoss, a division of Red Hat )
Nível: Iniciante/Intermediário

Mini-FAQ:

1- Quanto eu pago? Nada! Mas gostaria que no futuro qdo alguém de nosso time fosse falar arrecadar alguma coisa, seja agasalho, leite, alimentos.

ATENÇÃO: devido à reforma do site peço que confirmem sua presença enviando um email com o título "CONFIRMAÇÃO REUNIÃO SOUJAVA - 15/08" e no corpo do email o nome completo para : bianca.spazziani (láno) soujava.org.br , apenas isso.

Ufa, após vários dias dele inativo está de volta, mil perdões amigos leitores, eu tenho um grande problema de esquecimento e aliado a viagens o pagamento do meu provedor que por hora está sendo só mensal e via boleto, o que é péssimo e deixo aqui registrado. Até meu domínio venceu, mas agora tudo vai ficar ok por aqui. Mil perdões e vamos continuar ok daqui pra frente, ou então infelizmente terei que migrar de provedor.

[]s

Edgar

Olá amigos, é com grande prazer que disponibilizo algumas entrevistas com meus amigos do time JBoss no Brasil, o primeiro deles é o Edson Tirelli, Core Developer do JBoss Rules, que nesta entrevista fala um pouco do seu trabalho com e para a Comunidade, além de seu trabalho na RedHat Brasil.


1 - Edson noss fale a repeito do que for interessante da sua vida pessoal, idade, hobbies, manias e etc?

Tenho 28 anos, sou casado, nasci em Santa Catarina e moro em São Paulo desde 2001. Curto muito viajar (eu e minha esposa adoramos praias desertas (difícil) e de águas calmas, para mergulhar). Gosto muito de assistir filmes e tenho um grupo de amigos que se reúne frequentemente para jogar eurogames.


2 - Faça um breve resumo de sua carreira antes de você entrar para a JBoss, a division of Red Hat ?

Me formei Bacharel em Ciências da Computação pela Universidade Federal de Santa Catarina no fim de 1999 e logo depois fui contratado pela Automatos. Fui trabalhar no Rio com desenvolvimento de sistemas de gerenciamento de Servidores de Missão crítica. Um trabalho bastante desafiador e de baixo nível, mas muito interessante. Em 2003, já em São Paulo, comecei a trabalhar na vertical de Telecom e fui para Convergys, uma grande multi-nacional no desenvolvimento de sistemas de Billing para Telecom. Lá atuei até 2004 como Gerente de Desenvolvimento. De lá fui para a Auster, que também desenvolve sistemas para a vertical de Telecom, trabalhando como Arquiteto de Soluções. Em todo este tempo, tive oportunidade de trabalhar com tecnologias que vão do C/C++ em ambientes unix pouco conhecidos como o Tru64, até aplicações java em cluster rodando em Mainframes zOS. Foi tudo sempre muito divertido.


3 - Open-Source é importante para você? Se sim, como o Opensource mudou o a concepção da tecnologia nos dias de hoje?

Comecei a trabalhar com open-source em 2002, justamente com o JBoss AS. De lá pra cá, minha impressão é de que as comunidades se fortificaram, a disponibilidade e a qualidade dos produtos aumentou e os modelos de negócio em torno do software open-source se solidificaram. Acho que o software open-source funciona cada vez mais como um catalizador na indústria de TI, acelerando a inovação e gerando demanda por alta tecnologia. Além disso, devo dizer que não conheço uma empresa sequer que consiga agregar a proporção de profissionais de qualidade que um bom produto open source consegue. Desenvolvedores open-source contribuem não porque são obrigados, mas porque gostam do que fazem, e isso por si só já é o maior estímulo possível para um trabalho bem feito. No campo pessoal, devo dizer que nunca aprendi tanto tecnicamente como nos últimos anos, desde que comecei a contribuir. Esses mesmos profissionais de alto nível técnico, de bom grado, ensinam e ajudam a todos os que se dispõem a contribuir também, passando adiante conhecimento, e impulsionando ainda mais a inovação. Tal ambiente é muito diferente de um ambiente corporativo tradicional, onde muitas vezes, infelizmente, a competição sobrepuja a inovação como maior objetivo de alguns profissionais.

4 - Como você ingressou no projeto Drools (antigo nome do JBoss Rules)? Você já começou ganhando um salário para isso?

Foi em 2004. A empresa em que eu trabalhava estava projetando um sistema especialista e eu fui encarregado de pesquisar e definir a plataforma e as tecnologias que adotaríamos. Ao final da avaliação, o Drools foi um dos produtos adotados. Comecei a utilizá-lo como usuário, mas me empolguei tanto com a área de IA e os Engines de Regras que acabei me juntando a comunidade e em 2005, comecei a contribuir para o projeto como um hobby. Não recebia salário por isso e contribuia em minhas horas vagas e fins de semana, mas acho que foi aí que entendi o valor de se tornar um desenvolvedor open-source. Construir algo que ajudará milhares de pessoas mundo afora e saber que é você quem está fazendo a diferença. Entrar em contato direto com as pessoas que você vê nos sites, lê nos livros, vê na televisão, e descobre que são pessoas como você. Aprender com elas (como alguns dizem: "beber direto da fonte!"), crescer profissionalmente, e quem sabe um dia, ser também você um ponto de referência para a comunidade mundial. Alguém que fez a diferença.
Em 2006, entrar para a Red Hat foi uma realização. Significou para mim, poder fazer em tempo integral aquilo que eu fazia somente por hobby. Significou entrar no olho do furacão. Entrar em uma das empresas que está no centro do movimento open source e que investe em seu crescimento e maturação. Realmente foi muito bom.


5 - Quer dizer então que a forma mais fácil de entrar no projeto é mandar o curriculum para você ou seu gerente?

A melhor forma é juntar-se a comunidade. Escolha um projeto que tenha a ver com áreas de interesses suas. Entre no IRC, fóruns e listas de discussões desse projeto. Conhecimento e experiência prévios são totalmente dispensáveis. Os desenvolvedores open-source são geralmente muito prestativos e procuram sempre ajudar, especialmente os novos usuários e contribuidores. O importante é gostar do que se faz, ser pró-ativo e não ter vergonha de aprender. Trabalhar em pesquisa e desenvolvimento (R&D) é trilhar caminhos nunca antes trilhados. É gerar conhecimento e moldar a tecnologia. Os projetos open-source não possuem um dono. Todos podem contribuir, e assim que começar a contribuir, você passa a fazer parte da equipe. É claro que existem muitas necessidades já mapeadas em projetos open-source, e conversando com a equipe de desenvolvimento de cada projeto, estes podem indicar áreas e tarefas pelas quais você pode começar a contribuir e que ajudarão no início de seu trabalho.

A Red Hat por sua vez investe constantemente nos projetos open-source através da contratação dos contribuidores mais prolíficos. E o melhor de tudo, como citei anteriormente, é que estes contribuidores são contratados para fazer em tempo integral aquilo que faziam como um hobby. Ou seja, seu currículo deixa de ser um papel e passa a ser o resultado do seu trabalho.


6 - Como é o dia-a-dia de um Core-Developer de produtos da JBoss e morando no Brasil?

Confesso que é bastante diferente de todos os trabalhos que já tive. À começar pela logística: os principais contribuidores do Drools/JBoss Rules ficam no Brasil, Canadá, Inglaterra e Austrália, com alguns contribuidores espalhados em outros países do mundo. Nosso principal meio de comunicação é o IRC, mas também usamos VoIP, IM e e-mail. A RedHat tem escritórios no Brasil e alguns dias por semana os desenvolvedores brasileiros se encontram para trabalhar no escritório. Nos outros dias, trabalhamos remotamente em home office. É impressionante como é bom e o quanto aprendemos quando passamos a trabalhar em projetos onde as barreiras geográficas desaparecem. Dos aspectos técnicos até a troca de experiência cultural entre a comunidade, o aprendizado é contínuo.


7 - Qual mensagem você deixa para vários desenvolvedores da comunidade Java como forma de incentivo profissional?

O Brasil é sem dúvida nenhuma um expoente em termos de desenvolvimento open-source e tecnologia Java. Vemos isso todos os dias, de projetos e contribuições fazendo sucesso mundo a fora, até eventos e convenções como o JavaOne onde a presença brasileira é sempre marcante. Então, para quem não participa ainda, junte-se a nós. Entre em contato, comece a contribuir e coloque o seu nome na história. Venha fazer a diferença!

Edgar: Muito obrigado Edson pela Entrevista!


Edson Tirelli
Edson Tirelli - Core Devoper JBoss Rules.

Durante o JavaOne, fui convidado para falar sobre Opensource 2.0, afinal acham que no Brasil somos "profissionais" quando falamos em Opensource, de fato, algumas empresas são. Eu falei com o Mauricio Leal, mais conhecido como Maltron, que além de um grande amigo, é um grande estrategista de mercado e grande conhecedor de JEE e JME.

Fazer negócios sobre Opensource é uma faca de dois gumes, primeiro que você tem que ter um cuidado violento nas questões de licenças, ou seja, se você fizer algo sobre um produto GPL, não tem choro, você tem que devolver o código no mínimo para análise dos core-developers para de repente adicionarem isto como feature nova e interessante para todos os outros usuários. Quando você não faz isso, começamos a ter um FORK, e isso é uma das coisas mais abomináveis no mundo opensource.

A forma pelo menos mais politicamente correta de fazer negócios com opensource é basear sua estratégia em serviços, como fazem várias empresas no mercado. Se você contratou ou pensa em contratar uma empresa que reúne uma porção de softwares opensource e gratuitos, e te vende como licença, hum.... há algo estranho no ar. Ou pior ainda, se ainda nem te dão os códigos fontes das tais chamadas "melhorias" e ainda por cima sobre frameworks e apis GPL, isto está mais obscuro ainda.

Claro, temos que pagar nossas contas, temos que mandar nossos filhos para boas escolas, mas se acham que nós somos uma das sociedades mais avançadas na questão de Managed Opensource, é fundamental que tenhamos em mente conceitos simples como estes, e pararmos de aceitar algumas práticas destas no mercado nacional.

Pense em praticar suporte, treinamento, consultoria, e cuidado com o modelo de comprar licenças de uso e ai depois ainda ter que comprar e se preocupar com suporte, treinamento e consultoria..... Isso não é Opensource 2.0.

[]'s

Edgar Ankiewsky Silva

Veja aqui esse vídeo super interessante:

Clique aqui para ver

Vale a pena =) .

Trabalhando bastante, mas também aproveitando algumas coisas que uma viagem a Brasilia pôde me proporcionar, que foi encontrar meu irmão que está passando uma temporada a trabalho lá. Meu irmão está com 25 anos, tem um filho, que é meu sobrinho Gian, e há muitos anos mesmo eu saí de casa, apesar das brigas de sempre, como todo os irmãos sempre têm (ainda mais quando ambos praticam Jiu-Jitsu), sinto saudade imensa desse figura. Afinal como diria o sábio do vídeo Sun's Cream: "Conserve a amizade com seus irmãos, afinal eles são os maiores vínculos do que você é hoje...Com seu passado".

Quantas vezes temos a chance de expressar o carinho por alguém que gostamos, essa aqui foi uma oportunidade para dizer o quanto esse carinha é importante pra mim, e do quanto ele tem me dado orgulho, agora que ele trabalha com Java também e não mais com "not.yet". Abraço meu irmão Jeff, força e garra! Afinal a vida é dura só pra quem é mole!

Jeff e Edgar

Primeira semana na empresa nova, muito trabalho, nossos amigos, esses aqui comigo por exemplo são os brasileiros que fazem bonito como Core-Developers em projetos do JEMS . Tenho certeza que esse time em breve será bem maior.
JBoss Brazilian Team

Fernando (JBoss Rules), Flavia (JBoss AOP), Eu, Edson (JBoss Rules)

Abraços e bom feriado

Rio de Janeiro

Restaurante Espirito Santa - Fica no Bairro Santa Teresa, a chef Natasha Fink usa de vários ingredientes da Amazônia (minha região) para preparar uns pratos de dar água na boca só de imaginar, entre elas: Terrine de Tambaqui, chutney de açaí, pesto de jambu. Jambú é uma folha, que quando você come causa uma certa dormência na boca, quando você toma com Tucupi no Tacacá, cura toda e qualquer ressaca. Não entendeu? =) Infelizmente os nomes das comidas da região amazônica a grande maioria é indigena, por isso que soa engraçado até. Voltando ao restaurante ele fica na Rua Almirante Alexandrino, 264 - Santa Teresa (21-2508-7095)[www.espirtosanta.com.br].
Fonte: Revista Ícaro

São Paulo

Domingo de noite, se sua família tem alguma origem Árabe, ou simplesmente acha legal, você deve vir nas noites árabes do Alibabar, que fica na Atilio Inocenti, Vila Olimpia, eu já estive por lá, e de fato é muito bom. Abaixo uma foto do lugar.

Esse é do tipo de POST que serve muito pra mim também, tendo em vista que brevemente eu deva estar visitando meus amigos cariocas.