Longe dos cabelos brancos, mas a primeira vez que tive que interagir com o protocolo HTTP foi em 1997, cerca de 12 anos atrás, nessa época que eu vendia o almoço pra comprar a janta, não tinha muita escolha, eis então que um cliente pediu para ver dados do SQL-Server num browser de forma dinâmica, eis que usamos uma tecnologia lendária da Microsoft (sim eu já usei), chamada IDX/HTX, de lá pra cá, fiz algumas coisas pequenas com Perl, até descobrir que o ObjectPascal do Delphi servia para construir CGIs e ISAPIs, e até bem produtivo. Passei pelos objetos COM+/MTS/MSQM com Active Server Pages, até ver pela primeira vez em 1998 Servlets e JSP.

Em 2002, acho que fazia uma coisa interessante com JavaScript, que eu sentia as vezes até vergonha de expor, já que para burlar algumas limitações de Java para Web frente o Asp.Net, mas não é que isso virou um “Boom” de tecnologia, ganhando atenção, nome (Ajax) e até soluções fantásticas(GWT). E claro, sem falar pela passagem do JSF, tecnologia que tive o prazer de falar pela primeira vez em 2004 no Café Brasil, Evento realizado pelo SouJava em Brasília. Neste evento, conversei muito sobre questões de produtividade com o Chris Schalk, que na oportunidade trabalhava na Oracle, mas hoje na Google. De lá pra cá o JSF evoluiu a bessa, ao mesmo tempo que eu me afastei um pouco do Desenvolvimento Web, para trabalhar mais com Integração de Sistemas.

Você acha que eu deveria estar falando do Seam, mas eu buscava algo que me desse uma produtividade próxima ou superior da que eu tinha com o projeto Greenbox, eis então que descobri o Grails, eis então que me permiti olhar o Grails, uma ferramenta que particularmente achei fantástica e produtiva.

Num voô de Recife para São Paulo, cerca de 03:20 minutos, eu consegui desenvolver todo um modesto sistema que precisava, com relacionamentos, validações e uma experiência final pro usuário muito agradável e bonita.

Por hora, eu estou começando uma paquera, um namoro, com essa ferramenta, que utiliza uma linguagem “elegante” e ao mesmo tempo poderosa: Groovy.

Eu só escrevi um pouco do background que tive em soluções web, para dizer que o Grails é o framework de desenvolvimento web: “Mais divertido e produtivo que já usei nos últimos 12 anos”. E acredito, que se você testá-lo e acostumar-se com o modelo de desenvolvimento, uso de plugins etc, poderá ser um novo usuário satisfeito desta tecnologia.

Aqui um screencast que fiz de um “Hello-World” com o Grails no NetBeans, mas você pode usar o Eclipse se você quiser:

No espaço do Fedora - fUDCON, haverá uma apresentação de JBoss, com o título:

Ambiente opensource de Desenvolvimento JEE com ferramentas JBoss e Fedora

Nesta palestra estaremos mostrando como é possível ter um ambiente de desenvolvimento utilizando o Linux Fedora, além do JBoss e Eclipse com JBoss Tools.

Neste FISL10, a Red Hat estará participando, como patrocinador, com stand, e com uma palestra de Ricardo Bimbo (Relações com Governo), que estará durante todo o evento com todo o time da Red Hat pelo evento também.

Tirando o frio destes dias, acredito que o evento tem tudo para ser bem interessante.

Vejo vocês em Porto Alegre.

HP

A HP e JBoss,by Red Hat, recentemente estão colaborando para oferecer uma solução SOA que combine o JBoss SOA Platform e a solução de Governança UDDI/Serviços da HP SOA Systinet.

Leia mais da notícia aqui, e veja um pouco mais do produto da HP aqui neste link.

Sendo assim, temos mais um parceiro para oferece uma solução de Arquitetura Orientada a Serviço robusta e corporativa ao nosso mercado que busca soluções de qualidade com baixo custo.

Google App Engine

Eu sou fã da google (e quem não é desde que o Cadê.com.br virou passado?), e agora, eles nos brindam com mais um presente: O Google App Engine para Java.

Que me perdoem meus amigos mais sofisticados, eu mesmo já tentará o Python muitos anos atrás, até mesmo antes de Java, mas eu devo estar ficando velho para algumas coisas, entre elas, me render para uma nova linguagem, não que as novas modas do momento não sejam boas, mas felizmente ainda consigo fazer tudo que preciso com Java e somente Java. Acredito que a Google pensou em pessoas que ainda pensam como eu, e disponibilizou este serviço para disponibilização de Aplicações Web 2.0 ou até Mashups sim! E por incrível que pareça escritas em Java! Sim, eu disse: Java, é meu amigo “cachorro velho” como eu, ainda há espaço para escrevermos algumas coisas nessa “nova onda” sem termos que escrever JavaScripts, Rubys, Pythons, ou usar esses frameworks que escuto muito em roda de colegas, mas ainda muito pouco no mercado que paga a maioria dos salários em empresas com desafios corporativos.

Em resumo, o Google App Engine permite que você hospede suas Aplicações ou Serviços Web na infraestrutura da própria Google, ou seja, agora além de e-mail, calendário, vídeos etc, a Google também lhe oferece espaço para você hospedar suas aplicações.

O seu conhecimento de desenvolvimento Java para Web não precisa ser nada de extraordinário, já que você pode escrever siples Servlets e JSPs, ou se você quiser algo mais sofisticado, você conta com o GWT-Google Web Toolkit para construir aplicações mais no estilo Web 2.0.

Recomendo que você use os plugins do Eclipse, os quais estão disponíveis nos tutoriais da própria Google aqui, uma vez com seu eclipse com o plugin instalado, a criação de uma aplicação é algo nada complicado.

Quando você clica no botão azul da imagem acima, um wizard lhe guia para criar uma simples aplicação Web Java:

Se você quiser fazer o deploy da aplicação, você deverá se registrar no serviço do Google App Engine, e para isto, você deve ir no site, seguir o passos, até a Google pedir um telefone celular do Brasil para que eles lhe enviem um código de acesso, a coisa desconfortável é que a única operadora que recebe este sms com o código é a TIM, se você for usuário claro como eu, mais uma vez você se ferrou :)

Uma vez, você tendo recebido sua identificação, ter configurado o “id” da sua Aplicação no Eclipse, você poderá fazer o deploy da sua máquina para um dos super servidores da Google, para isto, uma janela pedindo o seu usuário aparecerá:

Uma das coisas que me chamou atenção foi uma console de gerenciamento da aplicação, similar a que você tem em seu servidor de aplicações, com ela, você consegue verificar algumas informações importantes para sua aplicação:

A documentação da Google é clara e fácil de entender, por isso recomendo que você a leia por lá, ou então que acompanhe este blog, já que agora eu posso fazer alguns “Moddings” Web2.0 e/ou Mashups usando nada mais que nosso bom e velho Java.

Aqui está minha primeira aplicação teste: http://1.latest.smart-papers.appspot.com/simple.jsp

JBoss Open Choice

JBoss Open Choice

Durante o JavaOne da semana anterior, a Red Hat lançou uma estratégia chamada: JBoss Open Choice , que em resumo é a possibilidade de clientes que utilizem aplicações Java num ambiente “leve”, também consigam ter suporte e a garantia de SLA de um fornecedor.

Como uma das novidades do JEE 6 teremos o que chamamos de Profiles ou perfis, e já está previsto, um perfil de servidor de aplicações Java mais leve, ou seja, que não tenha toda a complexidade de um servidor de aplicações completo JEE5, e sim que tenha basicamente um container Web, Pool de Conexões e o básico de WebServices e até mesmo questões de OSGI. Então você pode pensar: ” Então isto é um TomCat ou Jetty ” ;  se você pensou assim, você está certo.

Calma, assim como você não é obrigado a pagar por um plano de saúde, você também não será obrigado a pagar pelo suporte de seu ambiente TomCat, mas se você quer ter um tratamento para seu ambiente “corporativo” melhor que o que recebemos do SUS no Brasil, você tem a “opção aberta” para ter suporte para seu ambiente, mesmo que Tomcat, ou seja, se você está satisfeito com Tomcat, e acredita que não precisa escalar para um Servidor de Aplicações, você pode permanecer no seu tomcat sem nenhum problema, e ainda ter suporte da Red Hat .

Questão de adequação

Em qualquer indústria, você tem que se adequar as necessidades, sejam elas de orçamento, geográficas ou de negócios, sendo assim, o que a Red Hat está buscando é simplesmente atender qualquer tipo de cliente, e não pense que apenas clientes considerados pequenos utilizam o Tomcat, várias empresas gigantes no mercado brasileiro utilizam o poderoso container Web da Apache, e aí você pensa: “Por que a Red Hat dá suporte no Tomcat?”, a resposta é que grandes contribuidores do Apache Tomcat são pagos pela Red Hat, para que eles dediquem seu tempo e trabalho na evolução e melhoria deste projeto.

Qual sua opção?

Qual sua opção?

Tudo bem, você pode pensar, que seus pais cabem na cabina da Montana, e a sua esposa é magrinha, ela se aperta um pouquinho, mas mesmo que você ponha sua sogra, sogro e cachorros, com certeza a polícia irá lhe parar :).

Suporte para frameworks populares: Spring, Struts e GWT

Além da oferta de suporte para os servidores que se adequem às suas necessidades, a Red Hat também oferecerá suporte a aplicações que foram construídas com Struts, Spring ou mesmo o GWT que sejam executadas em seus ambientes de Servidores de Aplicações.

Liberdade de escolha, este é o objetivo, bem como: Use seu orçamento da melhor forma possível, já que você não precisa mais adquirir produtos proprietários a custos altíssimos, já que você têm projetos opensource com suporte e garantia para tornar seu investimento em TI algo muito mais razoável para os tempos de crise que vivemos hoje em dia.

Consulte o site da Red Hat no Brasil: www.br.redhat.com